De aluna da Una à diretora de pós-graduação da Ânima Educação: “Muito orgulho e amor”

Durante oito anos, Daniela Tessele de Giacomo ocupou diversos cargos na universidade que a levaram ao desafio atual de trabalhar a educação continuada com a pós-graduação 

A Una celebra 60 anos de história agora em 2021. Nessas seis décadas, alguns dos que chegaram até ela nunca mais a deixaram. Entraram como vestibulandos, evoluíram na carreira  e hoje têm junto à universidade a missão de transformar a vida das pessoas e do país por meio da educação.

É a história de Daniela Tessele de Giacomo, que chegou à Una em 1998 como aluna do curso Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior. Depois que se formou no campus Aimorés, o primeiro da Una, se tornou professora da instituição, passou pelos cargos de coordenadora de curso, diretora de campus, diretora regional até chegar à recente direção da pós-graduação e novos produtos da Ânima Educação.

“Quando a gente trabalha com educação, a gente muda vidas, mas quando a gente está na Ânima, e especificamente na Una, isso tem um significado muito maior, pelo perfil do nosso aluno. Sinto muito orgulho e muito amor por poder fazer parte disso e ser valorizada enquanto profissional e líder. Todos os dias reafirmo meu compromisso em dar o meu melhor, valorizo cada reconhecimento que eu tive em todas as etapas da minha caminhada”, diz. 

Trajetória

Assim que se formou, Daniela foi trabalhar na secretaria acadêmica da PUC, em Betim. Lá começou um curso de mestrado e iniciou sua carreira como docente em uma instituição chamada Unipac, em 2006. Em 2013, a Una comprou a Unipac e a transformou em Una Betim. 

“Nessa época, a Una já começa a interagir com a cidade, com os professores e com a comunidade acadêmica de uma forma peculiar. Vi que tinha ali uma oportunidade de crescimento, e que poderia contribuir mais do que na docência. Em 2014, participei de um processo seletivo e assumi a coordenação de cursos na área de Gestão. Em 2016, fui convidada a assumir a direção da Una Betim.” 

Um ano depois, o convite foi para que Daniela apoiasse a expansão da Una no estado de Goiás, primeiramente na cidade de Jataí. 

“Atuei nessa implantação de 2017 até 2019, estruturando toda a unidade, fazendo a captação dos primeiros alunos. Tínhamos de estruturar times, contratar docentes, fazer relacionamento com a cidade. Comecei um trabalho do zero que foi super bem reconhecido e teve excelentes resultados.”

Dois anos depois, o próximo passo: Daniela assumiu a direção regional da Una no Triângulo Mineiro e Goiás. Em seguida, a diretora atuou na gestão da Una no Sul de Minas Gerais, na cidade de Pouso Alegre, cargo que ocupou até março deste ano. 

As promoções exigiram, muitas vezes, que Daniela se mudasse de uma cidade para outra – e até de um Estado a outro –, mas ela nunca titubeou. “Sempre acreditei nos projetos e sempre fui muito valorizada. Como mulher, nunca me senti preterida ou em uma situação desfavorável frente aos colegas homens. Essa instituição acredita no meu esforço e, por isso, quanto mais eu faço, mais eu tenho vontade de fazer.”

Materialização do ‘life long learning’ 

Desde o dia 1° de abril deste ano, Daniela é a diretora de pós-graduação e novos produtos da Ânima Educação, grupo que congrega a Una. Sua missão atual é a de materializar o”‘life long learning”. 

“Quero fazer com que o aluno compreenda a importância de continuar estudando, de como a especialização é crucial para que ele se conecte com seu projeto de vida e tenha melhores oportunidades no mundo do trabalho.”

A trajetória dentro da Una lhe rendeu um olhar sobre todos os processos, ao transitar por 19 unidades, com uma visão ampla e capilar sobre elas. “A Una é a primeira filha da Ânima, ela tem uma representatividade para a organização muito grande. Sua dimensão, tudo que ela significa me fez aprender demais. A Una me fez conhecer regionalidades, o interior, a capital… Transitei por muitas áreas e isso me preparou para contribuir com o Ecossistema Ânima.”

Transformação social 

Daniela fala com paixão do trabalho. Conta que a Una tem uma característica importante que a distingue: muitos dos seus alunos são os primeiros da família a ingressarem no ensino superior,  por isso é quase uma questão de honra colaborar com sua transformação social. 

“Quando ele começa a fazer parte do nosso ecossistema, passa a ser problema nosso, então todo mundo se engaja para mudar a realidade social desse aluno. A Una é quase um time de futebol, uma bandeira. Você vai ouvir muita gente falando: ‘meu coração é vermelho’ [a cor da universidade]. O que a gente faz é de verdade, os resultados são emocionantes e geram o maior propósito da nossa companhia, que é transformar o país pela educação.”